A "tal" da sonhadora.

Ela acreditava em mágica, príncipes, anjos, fadas, e até bruxas podiam aparecer em meio as suas histórias, onde tudo era movido por uma força descomunal, que determinava encontros e desencontros, arrancava lágrimas e sorrisos verdadeiros, causava encantamento e repulsa, algumas vezes. Ela acreditava no amor. Acreditava no amor verdadeiro, e sabia que quando o encontrasse, passaria o resto de sua vida ao seu lado. E é bem verdade que quando você encontra esse alguém, você quer que o resto de sua vida comece o mais cedo possível. Ela parecia ter saido de um livro de conto de fadas, assim, aspirando certeza sobre a existência de “happy ends” reais. (F.D.)